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Exploração: Gás e óleo alavancam a economia de Biritinga e Satiro Dias

  • Published in Sátiro Dias

Biritinga, Olindina, Nova Soure, Sítio do Quinto e Cipó, que está dependendo da assinatura de contrato pela Agencia Nacional de Petróleo é esperada com expectativa pois beneficiará esses municípios que passarão a receber royalties da Petrobras.

O diretor da empresa, Antonio Rivas observa que o campo de Quererás, em Sátiro Dias, em operação desde 2005, gera benefícios até hoje e os resultados econômicos deverão ser bem maiores quando novos poços entrarem em produção. Os trabalhos deverão ser realizados num período de três a quatro anos e abranger de oito a 10 municípios do Nordeste baiano.

“Estamos nos empenhando, juntamente com o governo do estado, para que os contratos de exploração de gás e petróleo nesta região sejam logo liberado pela ANP. Com isso várias empresas deverão se instalar aqui para fazer prospecção em busca de mais gás e óleo. Esses trabalhos devem ser desenvolvidos em um período de três e quatro anos a partir da liberação de assinatura dos contratos” explica Rivas acrescentando que em 2006 a ANP fez licitação e empresas procederam remates para a exploração de blocos da Bacia de Tucano Sul, que agrega Sátiro Dias, Inhambupe, Sítio do Quinto, Caldas de Jorro, Cipó, Biritinga, Nova Soure dentre outros municípios.

“Devido uma demanda judicial esse leilão foi suspenso pela justiça, mas quando isso aconteceu empresas já teriam feito ofertas e sido consideradas ganhadoras.

Resolvidas as questões judiciais esperamos que a Agencia Nacional de Petróleo assine os contratos para que as empresas possam investir na região” destaca Antônio Rivas. Conforme disse são 28 blocos exploratórios que passarão por um processo de levantamento cívico para a perfuração de poços que podem ser de petróleo ou gás.

Explica Rivas que as pesquisas devem custar mais de U$400 milhões mobilizando toda a região. Sobre o poço de Quererás, em Satiro Dias ele relatou que mesmo tendo uma produção pequena a exploração foi muito importante naquele momento pois a Bahia ainda não tinha Manatin, que só entrou em funcionamento em janeiro de 2007 e não contava com o gasoduto Sudeste/Nordeste, o Gazene passou a operar em março deste ano.

Desse modo o campo de Quererás foi fundamental para manter o abastecimento das indústrias baianas. “O poço de Quererás chegou a produzir, no início, cerca de 700 mil metros cúbicos de gás/dia. Mas a produção caiu bastante e hoje está entre 100 e 120 mil metros cúbicos de gás/dia” conclui Antonio Rivas.

Com informação / tribuna da Bahia publicada 24/11/2010

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